sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Vagando pela internet ví em um Blog uma coleção de vídeos com reflexões diárias e achei super interessante, pois, muitos desses vídeos nos ajudam na nossa edificação pois falam da palavra de Deus.





Ser músico é dom de Deus


Eu sinto que o Senhor nós manda mostrar a cura de uma cegueira e essa é pra nós músicos. Somente pra que você não pense que eu fugi da situação, realmente Jesus cura e cura cegos do dia de hoje. A gente apenas anuncia aquilo que o Senhor está fazendo.
Jesus cura também nos dias de hoje. O nosso Deus é um Deus do impossível, mas o interessante é que ele sempre usa de alguém para fazer as suas maravilhas. Existe um outro tipo de cegueira, na qual Ele quer usar a nós músicos para curar.
(Segunda Carta aos Corintios 4,3-4) “Mas, se ainda o nosso evangelho está encoberto, para os que se perdem está encoberto. Nos quais o deus deste século cegou os entendimentos dos incrédulos, para que lhes não resplandeça a luz do evangelho da glória de Cristo, que é a imagem de Deus.”
Aí está um tremenda revelação, se nosso Evangelho ainda estiver encoberto, se mesmo com todas as nossas pregações ele ainda assim está encoberto, é porque ele está encoberto para aqueles que se perdem, para os incrédulos. O Evangelho resplandece, mas porque essas pessoas não entendem? Está aqui a explicação, o deus desse mundo o cegou a tal ponto que essas pessoas não percebem a luz esplendorosa do Evangelho. É dessa cegueira que Deus quer que nós os curemos. Quando uma pessoa se torna cega, geralmente, outro sentido se aguça na maioria das vezes é o ouvido. Quando as pessoas não são capazes de ver é pelo ouvido que o Senhor se faz presente pra eles. Pelo ouvido elas vão na direção de Jesus.
Se o Deus desse mundo cegou a uma multidão, o Senhor confiou a nós a música dele para levarmos a cura pra essas pessoas. O tempo é breve, foi por isso que o Senhor nós escolheu, não foi atoa. Ele nos deu uma grande responsabilidade. Ele diz: cuidai da minha música, tendes zelo pela música que eu vos confiei. Se aquilo que é falado é importante e entra pelo ouvido dos cegos, nós precisamos evangelizar através da música. Ele chega até as pessoas através da música.
Aí está a nossa responsabilidade como músicos, nós não somos qualquer coisa. O nosso valor não está no fato de cantarmos bem e termos tido sucesso, não está nisso. O nosso valor está, porque nós somos portadores nós levamos a música que é do Senhor, na evangelização. O Senhor precisa de consagrados. Sei que você não é perfeito, o pecado está nos rondando ele está ai para nos derrubar e muitas vezes, infelizmente, nós caímos. Por isso nós precisamos lutar conosco mesmo para preservar a nossa consagração e lutarmos pra ser cada vez mais consagrados. Seja cada vez mais santo. Quanto mais você caminha pra ser um consagrado mais difícil fica a luta, porque o inimigo não quer a sua santidade. Porque a sua santidade, a sua consagração é risco pra ele. Porque você esta levando o próprio Senhor em você na música que você canta. Ele fica em cima de você porque ele sabe que você é portador de uma música sagrada e isso é risco pra ele. Essa é a música que vai tirar os cegos da cegueira da qual ele está cegando. Ele quer derrubar você, mas você precisa resistir. Mais do que nunca vocês precisam ser ou santos ou santos. Porque a nossa responsabilidade é muito grande.
Mesmos com essa música tão linda que Deus deu ao Brasil, infelizmente, ainda é usada de forma errada. Nós precisamos fazer bem, usar bem esse dom que Deus nos deu. Deus primeiro quer eliminar este tipo de música que está matando com a música dele. Você precisa levar esta música, atrair as pessoas pra Deus.
A sua música pode fazer milagres e Deus quer que se faça. O impossível Ele pode realizar. E Ele vai realizar com a nossa música. A música do senhor nas nossas mãos já deu uma guinada, mas veja, é assim como uma criança que já foi concebida, aquilo que é dela já está ali, mas precisa ser trabalhado. Há uma grande diferença entre a criança que foi concebida e a criança quando é dada a luz. A nossa música ainda não veio a luz, mas ela está num estágio avançado de gestação. Não deixe a música de Deus abortar em você, não deixemos a música de Deus abortar em nós músicos católicos. Pelo contrário, ela precisa nascer forte, sadia e ungida, porque você não imagina o que ela vai fazer. A musicalidade que está sendo gerada em nós, precisa vingar. Assim como a mãe já começa a perceber a criança, nós já estamos percebendo essa música dentro de nós. Você não imagina a transformação que ela vai fazer. Nós estamos aí diante de um pentecoste que virá pela música. Onde vai se unir uma pregação querigmática com uma música carismática e vai acontecer o Kairós. A hora de Deus, é esse grande kairós. Nós estamos a dois passos desse avivamento, ele vai acontecer pela música de Deus nas nossas bocas, nas nossas mãos, nos nossos corações.
Deus vai fazer um saque ao inferno, e nós seremos os instrumentos de Deus pra isso. Os nossos irmãos cegados vão ser tirados da cegueira e virão pra Deus. Quem vai fazer isso vai ser a música de Deus em nós. Mas pra chegar lá, nós vamos estar fazendo um saque ao inferno, onde você vai estar de frente com o próprio demônio. A nossa arma contra ele é a nossa santidade, a única coisa que o vence é a santidade. Sejas ou santos ou santos.
(Carta aos Romanos 11,29) “Porque os dons e a vocação de Deus são irrevogáveis.”
Deus não vai voltar atras, Ele vai até o fim desta obra. Ele vai fazer esse grande reavivamento através da nossa música, para que o kairós venha a acontecer. Mas pra isso, ou santos ou santos. Deus não vai desistir de você, pra quer ficar se retendo a uma vida de pecado. Ou santos ou santos.

Obras da Carne & Frutos do Espírito



“Porque as obras da carne são manifestas, as quais são: prostituição, impureza, lascívia, idolatria, feitiçarias, inimizades, porfias, emulações, iras, pelejas, dissensões, heresias, invejas, homicídios, bebedices, glutonarias e coisas semelhantes a estas, acerca das quais vos declaro, como já antes vos disse, que os que cometem tais coisas não herdarão o Reino de Deus. Mas o fruto do Espírito é: caridade (amor), gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança. Contra essas coisas não há lei.” Gl 5.19-23

Nenhum trecho da Bíblia apresenta um mais nítido contraste entre o modo de vida do crente cheio do Espírito e aquele controlado pela natureza humana pecaminosa do que 5.16-26. Paulo não somente examina a diferença geral do modo de vida desses dois tipos de crentes, ao enfatizar que o Espírito e a carne estão em conflito entre si, mas também inclui uma lista específica tanto das obras da carne, como do fruto do Espírito.

OBRAS DA CARNE. 

“Carne” (gr. sarx) é a natureza pecaminosa com seus desejos corruptos, a qual continua no cristão após a sua conversão, sendo seu inimigo mortal (Rm 8.6-8,13; Gl 5.17,21). Aqueles que praticam as obras da carne não poderão herdar o reino de Deus (5.21). Por isso, essa natureza carnal pecaminosa precisa ser resistida e mortificada numa guerra espiritual contínua, que o crente trava através do poder do Espírito Santo (Rm 8.4-14; ver Gl 5.17).

As obras da carne (5.19-21) incluem:

(1) “Prostituição” (gr. pornéia), i.e., imoralidade sexual de todas as formas. Isto inclui, também, gostar de quadros, filmes ou publicações pornográficos (cf. Mt 5.32; 19.9; At 15.20,29; 21.25; 1Co 5.1). Os termos moichéia e pornéia são traduzidos por um só em português: prostituição.

(2) “Impureza” (gr. akatharsia), i.e., pecados sexuais, atos pecaminosos e vícios, inclusive maus pensamentos e desejos do coração (Ef 5.3; Cl 3.5).

(3) “Lascívia” (gr. aselgeia), i.e., sensualidade. É a pessoa seguir suas próprias paixões e maus desejos a ponto de perder a vergonha e a decência (2Co 12.21).

(4) “Idolatria” (gr. eidololatria), i.e., a adoração de espíritos, pessoas ou ídolos, e também a confiança numa pessoa, instituição ou objeto como se tivesse autoridade igual ou maior que Deus e sua Palavra (Cl 3.5).

(5) “Feitiçarias” (gr. pharmakeia), i.e., espiritismo, magia negra, adoração de demônios e o uso de drogas e outros materiais, na prática da feitiçaria (Êx 7.11,22; 8.18; Ap 9.21; 18.23).

(6) “Inimizades” (gr. echthra), i.e., intenções e ações fortemente hostis; antipatia e inimizade extremas.

(7) “Porfias” (gr. eris), i.e., brigas, oposição, luta por superioridade (Rm 1.29; 1Co 1.11; 3.3).

(8) “Emulações” (gr. zelos), i.e., ressentimento, inveja amarga do sucesso dos outros (Rm 13.13; 1Co 3.3).

(9) “Iras” (gr. thumos), i.e., ira ou fúria explosiva que irrompe através de palavras e ações violentas (Cl 3.8).

(10) “Pelejas” (gr. eritheia), i.e., ambição egoísta e a cobiça do poder (2Co 12.20; Fp 1.16,17).

(11) “Dissensões” (gr. dichostasia), i.e., introduzir ensinos cismáticos na congregação sem qualquer respaldo na Palavra de Deus (Rm 16.17).

(12) “Heresias” (gr. hairesis), i.e., grupos divididos dentro da congregação, formando conluios egoístas que destroem a unidade da igreja (1Co 11.19).

(13) “Invejas” (gr. fthonos), i.e., antipatia ressentida contra outra pessoa que possui algo que não temos e queremos.

(14) “Homicídios” (gr. phonos), i.e., matar o próximo por perversidade. A tradução do termo phonos na Bíblia de Almeida está embutida na tradução de methe, a seguir, por tratar-se de práticas conexas.

(15) “Bebedices” (gr. methe), i.e., descontrole das faculdades físicas e mentais por meio de bebida embriagante.

(16) “Glutonarias” (gr. komos), i.e., diversões, festas com comida e bebida de modo extravagante e desenfreado, envolvendo drogas, sexo e coisas semelhantes.

As palavras finais de Paulo sobre as obras da carne são severas e enérgicas: quem se diz crente em Jesus e participa dessas atividades iníquas exclui-se do
reino de Deus, i.e., não terá salvação (5.21; ver 1Co 6.9).

O FRUTO DO ESPÍRITO. 

Em contraste com as obras da carne, temos o modo de viver íntegro e honesto que a Bíblia chama “o fruto do Espírito”. Esta maneira de viver se realiza no crente à medida que ele permite que o Espírito dirija e influencie sua vida de tal maneira que ele (o crente) subjugue o poder do pecado, especialmente as obras da carne, e ande em comunhão com Deus (ver Rm 8.5-14 nota; 8.14 nota; cf. 2Co 6.6; Ef 4.2,3; 5.9; Cl 3.12-15; 2Pe 1.4-9).

O fruto do Espírito inclui:

(1) “Caridade” (amor) (gr. agape), i.e., o interesse e a busca do bem maior de outra pessoa sem nada querer em troca (Rm 5.5; 1Co 13; Ef 5.2; Cl 3.14).

(2) “Gozo” (gr. chara), i.e., a sensação de alegria baseada no amor, na graça, nas bênçãos, nas promessas e na presença de Deus, bênçãos estas que pertencem àqueles que crêem em Cristo (Sl 119.16; 2Co 6.10; 12.9; 1Pe 1.8; ver Fp 1.14).

(3) “Paz” (gr. eirene), i.e., a quietude de coração e mente, baseada na convicção de que tudo vai bem entre o crente e seu Pai celestial (Rm 15.33; Fp 4.7; 1Ts 5.23; Hb 13.20).

(4) “Longanimidade” (gr. makrothumia), i.e., perseverança, paciência, ser tardio para irar-se ou para o desespero (Ef 4.2; 2Tm 3.10; Hb 12.1).

(5) “Benignidade” (gr. chrestotes), i.e., não querer magoar ninguém, nem lhe provocar dor (Ef 4.32; Cl 3.12; 1Pe 2.3).

(6) “Bondade” (gr. agathosune), i.e., zelo pela verdade e pela retidão, e repulsa ao mal; pode ser expressa em atos de bondade (Lc 7.37-50) ou na repreensão e na correção do mal (Mt 21.12,13).

(7) “Fé” (gr. pistis), i.e., lealdade constante e inabalável a alguém com quem estamos unidos por promessa, compromisso, fidedignidade e honestidade (Mt 23.23; Rm 3.3; 1Tm 6.12; 2Tm 2.2; 4.7; Tt 2.10).

(8) “Mansidão” (gr. prautes), i.e., moderação, associada à força e à coragem; descreve alguém que pode irar-se com eqüidade quando for necessário, e também humildemente submeter-se quando for preciso (2Tm 2.25; 1Pe 3.15; para a mansidão de Jesus, cf. Mt 11.29 com 23; Mc 3.5; a de Paulo, cf. 2Co 10.1 com 10.4-6; Gl 1.9; a de Moisés, cf. Nm 12.3 com Êx 32.19,20).

(9) “Temperança” (gr. egkrateia), i.e., o controle ou domínio sobre nossos próprios desejos e paixões, inclusive a fidelidade aos votos conjugais; também a pureza (1Co 7.9; Tt 1.8; 2.5).

O ensino final de Paulo sobre o fruto do Espírito é que não há qualquer restrição quanto ao modo de viver aqui indicado. O crente pode — e realmente deve — praticar essas virtudes continuamente. Nunca haverá uma lei que lhes impeça de viver segundo os princípios aqui descritos.
Fonte: BEP